Nota: o termo cuidador é usado para descrever a pessoa que proporciona o apoio mais constante à pessoa com a doença de Alzheimer. O cuidador pode ser um cônjuge, um filho adulto, outro parente, um amigo ou alguém contratado (por exemplo, uma enfermeira).
Mudanças no comportamento
Para algumas pessoas, comportamentos incomuns podem ser parte da doença de Alzheimer. Mudanças de humor, explosões de raiva, inquietação, ansiedade e depressão são alguns dos sintomas que podem ocorrer. Quando estas mudanças de comportamento acontecem, elas podem ser difíceis tanto para a pessoa com doença de Alzheimer quanto para o cuidador.
Como todos os outros aspectos da doença de Alzheimer, este pode ser manejado se vocês dois trabalharem juntos.
Pessoas com doença de Alzheimer não se comportam de forma pouco usual de propósito. Esses comportamentos não usuais não são culpa de ninguém. Algumas vezes eles são parte da doença e medicamentos podem ajudar. Mas comportamentos não usuais podem ser também uma maneira de expressar uma necessidade emocional. Se olharmos esses comportamentos mais perto, freqüentemente descobriremos neles uma tentativa de manter um papel importante ou de conseguir segurança, afeto ou controle. As mudanças também podem sinalizar uma necessidade física, como aliviar dor, raiva, sede ou a necessidade de usar o banheiro. Trabalhar em conjunto para entender a necessidade subjacente e preenchê-la, freqüentemente resolve os assim chamados, comportamentos-problema. E o esforço de trabalhar junto pode fortalecer a ligação entre as pessoas.
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